terça-feira, 21 de abril de 2009

BANDA AÇO DOCE



Nascidos em Mimoso do Sul, em uma família musical de oito irmãos, Marcos (1966) e Rogério (1964) sempre muito ligados à música desde pequenos, aprenderam com seu pai ao violão as primeiras notas musicais.
Por volta de 1976, começaram a participar de vários eventos em sua cidade, com seu irmão Rivair que já tinha se destacado na música, como integrante de um dos maiores grupos musicais da época, chamado ZIP.
Na adolescência, Marcos e Rogério, com seu outro irmão Jorginho, cantavam em programas locais, participando de diversas atividades culturais de Mimoso e de cidades vizinhas.
Em 1984, surgiu o grupo musical OPUS, do qual participavam Jorginho e Rogério. No ano seguinte o irmão Jorginho mudou-se da cidade de Mimoso e Marcos o substituiu no grupo OPUS durante oito meses, trabalhando em vários clubes da região, obtendo grande sucesso. No final de 1985 o grupo se desfez e Rogério mudou-se para Cachoeiro de Itapemirim. Em pouco tempo Rogério já cantava na noite em um tradicional grupo musical da cidade chamado 007. Logo depois Marcos mudou-se para Cachoeiro, participando também do 007 e posteriormente do grupo Raízes.
Os dois irmãos tomaram caminhos diferentes participando de várias bandas até se encontrarem em 1989 e começarem um trabalho próprio. Foi quando surgiu o AÇO DOCE no final de 1989, que se destacou em toda a região sul. Em 1990 os dois irmãos fizeram o primeiro disco em vinil, que foi o grande sucesso da música "Volta". Com isso, o Aço Doce ia conquistando cada vez mais sucesso em seus shows.
Em 1995 e 1996 lançaram seu primeiro CD intitulado "RISCO DA PAIXÃO", na linha romantica, consagrando-se no mercado musical.Sempre trabalhando muito, o Aço Doce constantemente era convidado para abertura de shows de grandes artistas e foi numa dessas ocasiões que Marcos e Rogério conheceram o cantor e compositor Moacyr Franco, que gostou muito do trabalho dos dois, prestigiando-os com sua participação no segundo CD intitulado "HOJE", no final de 1998.




A mídia, sempre muito carinhosa com o Aço Doce, fez com que cada vez mais fossem reconhecidos através de reportagens e prêmios.
No início de 1999 surgiu a oportunidade de irem para São Paulo onde trabalharam durante cinco meses em grandes casas noturnas, conhecendo várias personalidades do meio artístico como o cantor e compositor PENINHA, que na ocasião estava produzindo uma dupla que estava gravando uma música do Rogério: AINDA TE AMO.
Retornando para Cachoeiro, Marcos e Rogério deram continuidade em seus shows nos estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo.
No final de 2000 e início de 2001 lançaram o seu terceiro CD, "AMOR A TRÊS", que foi o disco mais vendido de sua carreira, com a versão "DÓI MUITO A SAUDADE" (HOW DEEP IS YOUR LOVE, do Bee Gees).
Com a confiança de um grande trabalho, o Aço Doce lançou no final do primeiro semestre de 2003 o seu quarto CD, "APRENDIZ", um disco que traduz a qualidade e o profissionalismo do produtor Josias Teixeira, o qual aposta que será um grande sucesso. Além das músicas de trabalho "APRENDIZ" e "OLHO NA JANELA", este novo disco apresenta um dos grandes sucessos em seus shows que é o "HOW CAN I GO ON", além da aplaudidíssima "AVE MARIA". EM 2006 O AÇO DOCE LANÇA SEU QUINTO CD ACÚSTICO SÓ COM MÚSICAS AMERICANAS , UM PROJETO QUE ELES COLOCARAM EM AÇAO E HOJE SE TORNOU UM GRANDE SUCESSO DE VENDAS E DE PÚBLICO, DEVEMOS ISSO A TODOS QUE NOS ACOMPANHAM.
Finalmente, em 2009, o AÇO DOCE presenteou seu público com o tão esperado lançamento do DVD “Ao Vivo”, onde fez um apanhado de suas composições de maior sucesso e também de grandes músicas já consagradas em seu repertório: “How Can I Go On” e “Ave Maria”. Foram incluídas ainda duas novas canções: “ Quer Namorar Comigo” e “ Já Era”, do compositor Anderson Freire, um respeitável nome da música Gospel no Brasil.
O DVD contou com a participação especial de um dos maiores intérpretes nacionais, o cantor Oséas, revelado pelo Domingão do Faustão, que é tio de Marcos e Rogério, dando maior brilho e emoção ao show.

DISCOGRAFIA:
Aço Doce (1° disco em vinil)
01 VOLTA
02 A DOIS


Risco da Paixão (1996)
01 SINAL DE AMOR
02 COISA LINDA
03 EU JÁ TIREI VOCÊ DA MINHA VIDA
04 RISCO DA PAIXÃO
05 DOCE CASTIGO
06 VEM FICAR COMIGO
07 PRECISO DE VOCÊ
08 AÇO DOCE
09 A DOIS
10 AMOR PROIBIDO
11 VOLTA


HOJE (1998)
01 AINDA TE AMO
02 SEM OLHAR PRA TRÁS
03 SÓ SEI AMAR VOCÊ
04 VIVA NOS MEUS SONHOS (You're the inspiration)
05 HOJE
06 EL NUESTRO AMOR
07 A FIM DE MIM
08 NÃO ADIANTA NADA
09 VOLTA
10 NÃO É CEGO
11 CONFISSÃO
12 EM BUSCA DO AMOR


Amor a Três (2001)
01 DÓI MUITO A SAUDADE
02 O SEU OLHAR
03 EU JÁ TIREI VOCÊ DA MINHA VIDA
04 AINDA TE AMO
05 VEM FICAR COMIGO
06 VOLTA
07 SEM OLHAR PRA TRÁS
08 HOJE
09 MAIS DO QUE PALAVRAS
10 VIVA NOS MEUS SONHOS
11 SÓ SEI AMAR VOCÊ
12 HOW CAN I GO ON
13 AVE MARIA


Aprendiz (2003)
01 A LUZ DO DESEJO
02 OLHO DA JANELA
03 DÓI MUITO A SAUDADE
04 AO ALCANCE DOS SEUS OLHOS
05 PÔR-DO-SOL
06 HOW CAN I GO ON
07 EMOÇÃO
08 DANCE COMIGO
09 APRENDIZ
10 VOLTA
11EM BUSCA DO AMOR
12 AINDA TE AMO
13 AMO VOCÊ
14 AVE MARIA


ACÚSTICO CANTA (2006)
01 HARD TO SAY IM SORRY
02 I' LL BE OVER YOU 03 ALONE 04 CARRIE
05 EASY LOVER
06 CARELESS WHISPER
07 THE LADY IN RED
08 THE FINAL COUNTDOWN 09 LOVE OF MY LIFE
10 POUT-POURRI
11 THE NEXT TIME I FALL
12 EYE OF THE TIGER
13 I WAS BORN TO LOVE YOU
14 ONLY A VOICE IN CONCERT
15 HARD TO SAY IM SORRY
16 CARRIE
17 THE FINAL COUTDOWN

AÇO DOCE AO VIVO (2010)
http://www.4shared.com/folder/MZy3Mlw5/Ao_Doce_-_DVD_Ao_Vivo.html


SITE:
http://www.acodoce.com.br/

DOWNLOAD DE MÚSICAS:
http://tramavirtual.uol.com.br/artista.jsp?id=58602

LETRAS DE MÚSICAS DO AÇO DOCE:
http://letras.terra.com.br/aco-doce

OUVIR MÚSICAS DO AÇO DOCE:

BANDA REZA FORTE


A banda REZA FORTE foi fundada no final dos anos 70 em Cachoeiro de Itapemirim. Durante decadas o Reza Forte lotou clubes por esse Brasil. Com varias formações, algumas clássicas, o grupo q fazia bailes, gravou Lps e Cds com canções proprias ao longo de sua existencia.Fica aqui a lembrança do grandiosíssimo Robson, um dos maiores cantores que já vímos.


BAIXAR MÚSICAS:

DISTRITO DE BURARAMA


Localizado a 35 km do centro da cidade de Cachoeiro de Itapemirim, sul do Espírito Santo, Brasil, o distrito de Burarama obtém destaque devido à casualidade da natureza - uma gigantesca formação rochosa. Sempre no horário da tarde, os raios solares, a medida que se deslocam em relação ao eixo da Terra, fazem com que uma enorme falha na rocha forme a figura de uma ema, ave que se alimenta de ovos e frutos. A visualização desta ave pernalta é considerada perfeita entre os meses de junho e setembro.
Burarama, distrito de Cachoeiro de Itapemirim/ES, oferece um variado leque de opções de lazer para aqueles que gostam do ecoturismo. A maioria dos pontos turísticos ficam em áreas particulares, mas os ingressos cobrados têm preços populares de R$ 1,00 em média.Chega-se a Burarama através da rodovia Cachoeiro-Alegre. A distância do centro de Cachoeiro até o trevo de acesso ao distrito é de 30 quilômetros. Da rodovia até o vilarejo são mais 15 quilômetros de estrada pavimentada. Na área urbana, a sinalização eficiente e bem distribuída garante aos visitantes as informações necessárias para se chegar aos principais pontos turísticos. Um dos pontos mais frequentados fica a menos de 800 metros do vilarejo, na propriedade família Gava. Trata-se de um conjunto de açudes, piscinas naturais, poços e cachoeiras localizado no interior de uma mata, na Fazenda Floresta. Entre os meses de novembro e março a média de visitantes por final de semana é de aproximadamente 1.500 pessoas. Para qualquer canto que olhe, o visitante é surpreendido por detalhes que revelam o capricho da natureza: variadas formações rochosas, infinidade de espécies vegetais e água de tonalidades diversas que escorre entre as pedras e forma conjuntos de piscinas naturais. Também em Burarama há outros locais bastante procurados e com boa infra-estrutura, como o Poço da Ema e o Poço do Pedro, que fica também próximo à área urbana.

ALÍCIO FRANCO


Parlamentar nas legislaturas de 79 a 82 e 83 a 86, Alicio Franco já fez parte da Mesa Diretora do biênio 83-84 como 2º secretário. Os ex-deputados Dilton Lyrio e Salvador Bonomo compunham a Mesa como presidente e 1º secretário, respectivamente. Alício Franco faleceu em 2006, o ex-deputado estadual, natural de Cachoeiro de Itapemirim, foi velado na Faculdade de Direito de Cachoeiro de Itapemirim (FDCI), e o enterro foi no Cemitério “Coronel Borges”. Lecionava na FDCI.

sexta-feira, 17 de abril de 2009

FÁBRICA DE CIMENTO NASSAU


A Cimento Nassau é uma empresa e marca de cimento brasileira, cujo escritório central esta localizado na cidade do Recife, Pernambuco. Em Cachoeiro de Itapemirim, está situada no bairro Monte Líbano.

SITE:

COFRIL


A COFRIL é uma empresa séria e consolidada no mercado. Vem atuando no ramo alimentício desde 1987, oferecendo a seus clientes o que há de melhor em produtos suínos, carneiros, além de derivados de boi e de frango.
Nossa empresa conta com um Abatedouro em Atílio Vivacqua-ES, uma Granja em Vargem Alta-ES e uma Indústria de Embutidos em Cachoeiro de Itapemirim-ES, com distribuição de produtos por todo estado do Espírito Santo. Em breve, estaremos com novas instalações da Indústria de Embutidos em Atílio Vivacqua-ES.

ENDEREÇO:
R. João Batista Calegário, 55 - B. Aeroporto - Cachoeiro de Itapemirim - ES - 29314-020 - (28) 3200-5010

SITE:
http://www.cofril.com.br/

ITAPUÃ CALÇADOS



Itapuã: fruto do sonho e do trabalho de Severino
A história da Itapuã confunde-se com a vida de Severino Matias de Souza, que saiu de Surubim (PE) aos 15 anos para buscar o seu caminho e não ter patrão. Em Cachoeiro do Itapemirim (ES), funda a Itapuã Calçados: uma fábrica de sandálias de couro masculinas populares - leves, frescas e mais adequadas ao nosso clima que calçados fechados e rígidos. Nos anos 70 sandálias Itapuã já eram sucesso; Severino reafirma sua visão empresarial inaugurando a rede de lojas Itapuã Calçados, enfrentando a crise com criatividade e gerando resultados rápidos em contato com o consumidor.

Renovando-se para satisfazer a um consumidor cada vez mais exigente:
No final dos anos 90, a rede de lojas Itapuã começou uma fase de modernização: o mix de produtos foi incrementado, focando o estilo Fashion e incorporando novas linhas de produtos - como Viagem, Linha Branca (para quem trabalha usando esta cor) e Tamanhos Especiais. O layout das lojas acompanhou esta evolução, desde o logo e fachadas, até o espaço interno das lojas, que estão passando por reformas para oferecer mais conforto e beleza aos clientes. E a comunicação passou a refletir esta tendência mais próxima a moda.

Em perfeita sintonia com o Brasil:
A Itapuã está presente hoje, no Espírito Santo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. São lojas multimarca, voltada para ambos os sexos e com um mix bastante completo e afinado com o fashion.

SITE:
http://www.itapua.com/

quarta-feira, 8 de abril de 2009

HIGNER MANSUR


Higner Mansur nasceu no município de Muniz Freire, no Estado do Espírito Santo, em 27/02/1948, indo morar, ainda muito jovem, em Cachoeiro de Itapemirim. Foi funcionário da SAAE, do INSS, do Banco do Brasil (onde se aposentou), foi Chefe de Gabinete da Prefeitura Municipal de Cachoeiro de Itapemirim. Venerável da Loja Maçônica "Fraternidade e Luz", presidente da AABB e várias outras entidades. Poeta, cronista e advogado atuante nas áreas Cível, Trabalhista e Administrativa. Foi Vereador, participando da elaboraço da Lei Orgânica e do Código Tributário. Tem trabalhos publicados em quase todos os jornais cachoeirenses, atualmente fixo como colaborador do jornal "A Folha", do Espírito Santo. Ocupa a cadeira n. 21 da Academia Cachoeirense de Letras - ACL, cujo patrono é Jerônimo de Souza Monteiro. Membro honorário da Casa da Cultura e do Instituto Histórico de Cachoeiro de Itapemirim. "Retrato de um ignorante" - crônicas -1997 Tem inéditos: O Sigilo Bancário e A Inelegibilidade da Concubina.

JECE VALADÃO


Jece Valadão, pseudônimo de Gecy Valadão, (Campos dos Goytacazes, 24 de julho de 1930São Paulo, 27 de novembro de 2006) foi um ator e diretor brasileiro.
Nascido em Murundu, distrito do município de Campos, na região norte do estado do Rio de Janeiro. Foi criado em Cachoeiro de Itapemirim, devido à transferência de seu pai, ferroviário, para a cidade.
Valadão construiu como ator uma imagem de homem rude e machão. Associou-se voluntariamente à palavra "cafajeste" no plano pessoal. Trabalhou em mais de cem filmes, como ator, diretor e produtor. Foi casado com a atriz Vera Gimenez, padrasto da apresentadora Luciana Gimenez e era pai do ator Marco Antônio Gimenez. Casou-se seis vezes e teve nove filhos. Em 1995, converteu-se ao protestantismo, chegando a se tornar pastor da sua igreja, a Assembléia de Deus.
Em 21 de novembro de 2006, Jece Valadão sentiu-se mal e foi internado na UTI do Hospital Panamericano, com insuficiência respiratória. E, às 17h20 do dia 27 de novembro veio a falecer. Foi sepultado no Cemitério Parque da cidade de Cachoeiro de Itapemirim/ES. A cidade de Cachoeiro de Itapemirim, no Espírito Santo, decretou luto de três dias pela morte de Jece Valadão. Natural de Murundu (RJ), Valadão foi levado para o Espírito Santo ainda pequeno. "O pai dele era ferroviário, trouxe a família para trabalhar aqui", conta o prefeito da cidade e primo de Jece, Roberto Valadão. "Ele sempre foi muito amável com a cidade. Nós temos até uma praça com o nome dele", diz o primo.
Cachoeiro de Itapemirim (Espírito Santo) é conhecida ainda por ser terra natal do cantor Roberto Carlos e do cronista Rubem Braga. Em sites com perfil de Valadão, como o IMDB e a Wikipédia, o ator é apontado erroneamente como natural do Espírito Santo.

CARREIRA ARTÍSTICA:
Valadão fez parte do elenco das primeiras montagens de Perdoa-me por Me Traíres e Os Sete Gatinhos, ambas peças de Nelson Rodrigues — então seu cunhado - e que o considerava o ator perfeito para suas peças.
Nos anos 70, foi ator e sobretudo produtor de comédias e filmes policiais eróticos. Uma de suas últimas participações na televisão foi na série Filhos do Carnaval, onde interpretou um bicheiro dono de uma escola de samba. O papel de bicheiro também foi representado pelo ator nos filmes Boca de Ouro, Amei um Bicheiro e Deu Águia na Cabeça.
Após alguns anos sem representar, após a conversão em 1995, voltou para participar de O Cangaceiro (1997), Garrincha — Estrela Solitária (2003) e Em Nome de Jesus (2003). Na televisão, atuou com maior destaque na telenovela Transas e Caretas (1984), de Lauro César Muniz. Em 1991, participou dos primeiros trinta capítulos de O Dono do Mundo. Mais recentemente, fez participações especiais nos seriados Sob Nova Direção e A Diarista e nas telenovelas Bang Bang (Globo) e Cidadão Brasileiro (Record), além da série Filhos do Carnaval, transmitida pelo canal HBO, em 2006.
Gravou o documentário O Evangelho segundo Jece Valadão, sobre a própria vida, em que disse ter-se arrependido por ter sido um pai ausente e em que conta como Jesus Cristo o salvou, tornou-se evangélico há dez anos. "O Jece Valadão morreu dez anos atrás e eu renasci espiritualmente", definiu ele certa vez.
Seu último filme, totalmente finalizado, foi a produção mineira 5 Frações de Uma Quase História, com estréia prevista nos cinemas para maio de 2008. Ele interpreta um juiz corrupto que propõe a um funcionário que assuma o assassinato de uma prostituta, crime que ele cometera. Pois em Encarnação do Demônio embora tenha estreado em 2008 fora filmado em 2007.
ATUAÇÃO NO CINEMA:
2007 - Encarnação do Demônio
2006 - 5 frações de uma quase história
2003 - Garrincha, estrela solitária
1997 - O cangaceiro
1996 - Tieta do agreste
1984 - Águia na cabeça
1981 - O torturador
1981 - A Idade da Terra
1979 - Eu matei Lúcio Flávio
1978 - O gigante da América
1977 - Quem matou Pacífico?
1976 - A nudez de Alexandra
1976 - Ninguém segura essas mulheres
1976 - A noite dos assassinos
1976 - O homem de papel
1975 - Nós, os canalhas
1974 - O mau caráter
1973 - Tercer mundo
1973 - Um edifício chamado 200
1973 - A filha de madame Bettina
1973 - Obsessão
1972 - A difícil vida fácil
1970 - Memórias de um gigolô
1970 - O enterro da cafetina
1969 - O matador profissional
1969 - A navalha na carne
1969 - Quelé do Pajeú
1969 - Os raptores
1968 - As sete faces de um cafajeste
1967 - A espiã que entrou em fria
1967 - Mineirinho vivo ou morto
1967 - A lei do cão
1966 - Paraíba, vida e morte de um bandido
1965 - História de um crápula
1965 - 22-2000 Cidade Aberta
1964 - Asfalto selvagem
1963 - Boca de ouro
1963 - Bonitinha mas ordinária
1962 - Os cafajestes
1961 - Mulheres e milhões
1960 - Favela
1960 - Tudo legal
1959 - Mulher de fogo
1957 - Garotas e samba
1957 - Rio Zona Norte
1955 - Rio, 40 graus
1955 - Almas em conflito
1954 - Carnaval em Caxias
1952 - Barnabé tu és meu
1952 - Amei um bicheiro
1952 - Três vagabundos
1949 - Também somos irmãos
1949 - Carnaval no fogo

terça-feira, 7 de abril de 2009

CAMILO COLA


Camilo Cola (Conceição do Castelo, 26 de julho de 1923) é um empresário e político brasileiro.
De origem pobre, filho de imigrantes italianos, foi lavrador, lavador de carros e aos dezoito anos foi combater na Itália junto com a FEB. Quando voltou, usou uma linha de crédito especial para ex-combatentes e comprou seu primeiro caminhão, foi o inicio do império a que veio a se tornar o Grupo Itapemirim. Em 2006 venceu a disputa para deputado federal pelo estado do Espírito Santo.

A maioria das pessoas assistem a história acontecer. Algumas fazem parte da história, mas outras, raros personagens no mundo, são história. Esse é o caso de Camilo Cola, filho de imigrantes italianos, que começou a trabalhar numa rampa lavando carros e hoje, ainda comanda o maior grupo de transportes do Brasil e maior empresa de transporte rodoviário de passageiros do mundo.
Aos 18 anos, Camilo Cola alistou-se na FEB (Força Expedicionária Brasileira), num regimento de infantaria, onde sua experiência com mecânica e direção eram úteis, e participou de batalhas e missões em Monte Castelo e Montese na Itália.
Foi justamente a experiência da guerra e o dinheiro que economizou nesse período, que deram a Camilo Cola os ingredientes para iniciar sua trajetória de sucesso no setor de transporte de cargas e depois passageiros.
Fluente em italiano, Camilo Cola passou uma semana em Florença, alojado na garagem da empresa italiana de ônibus, onde ficava observando com interesse aqueles veículos e refletindo sobre o transporte de passageiros na Itália, em que a infra-estrutura de rodovias era excelente para os padrões da época e comparava com a realidade brasileira.Teve acesso aos documentos da companhia, os quais lia com grande interesse e começou a refletir sobre o futuro do transporte no Brasil, onde as ferrovias não atendiam as necessidades de um país continental.
Camilo Cola revela que, uma das coisas que mais o impressionou na guerra, foi o comportamento das pessoas. Apesar de precisarem de tudo não pediam nada. "Elas tinham dinheiro, mas não havia o que comprar, e não aceitavam nada de graça". Pelo seu conhecimento do idioma e origem italiana, foi sempre tratado com especial cortesia pelas pessoas e descobria o que elas precisavam.
Ao mesmo tempo que economizava seu soldo, Camilo Cola vendia os cigarros da sua cota, que todos os soldados tinham direito, bem como outras mercadorias que comprava dos soldados para a população, que tinha dinheiro, mas não encontrava os produtos. Assim criou seu capital de giro e recursos para comprar seu primeiro caminhão quando regressou da guerra.
Sua experiência na guerra, além de fundamental para seu futuro como empresário, marcou sua vida como ser humano e Camilo Cola retornou com freqüência à Itália para uma série de eventos comemorativos dos 60 anos da FEB.
Ao retornar ao Brasil, após a participação do Brasil na guerra, Camilo Cola, iniciou suas atividades no setor de transportes, com um caminhão, com o qual enfrentava as precárias estradas brasileiras. Em 1948 surgiu a oportunidade de ingressar no setor de transportes de passageiros Começou adquirindo a linha Castelo-Cachoeiro de Itapemirim, e criou a empresa ETA "Empresa de Transportes Auto Ltda.", embrião da gigante de hoje Itapemirim, que só veio a ser constituída com esse nome em 1953.
No seu livro "A Estrada da Vida", Camilo Cola conta que conseguiu nesse entretempo a representação da Goodyear e, nas caminhadas noturnas que fazia com sua esposa e eterna companheira Ignez, pelas ruas de Cachoeiro, como quase ninguém possuía garagem, ao encontrar os carros estacionados na rua, colocavam nos pára-brisas dos veículos com pneus carecas um pequeno anúncio, informando: "Vendem-se pneus novos da Goodyear. A bom preço. À vista ou financiado".
Em 1953, já com 29 ônibus e uma empresa cujo porte era equivalente às maiores do interior do Rio e São Paulo, Cola decide criar o próprio parque de manutenção da empresa, inspirado em dois empreendimentos de grande porte feitos na África do Sul por duas empresas inglesas de transporte de cargas. Essa iniciativa do empresário cuja fama já ultrapassava as fronteiras do seu estado, foi fundamental para o desenvolvimento da Itapemirim e das inovações que o grupo trouxe para o setor de transporte de passageiros.
Paralelo ao espírito empreendedor e criatividade, Camilo e Ignez mantinham um padrão de vida espartano, que permitira acumular recursos e desenvolver princípios que inspiraram o padrão de administração da empresa e explicam parte de seu sucesso.
Nos anos 50, os empresários do setor de transportes enfrentavam dificuldade de financiar seus investimentos, já que não existiam praticamente linhas de crédito de longo prazo nos bancos. Conhecido por sua honestidade, dedicação ao trabalho e uso parcimonioso e responsável dos recursos, Cola conseguiu dinheiro com pessoas de posse que emprestavam pela mesma taxa que conseguiam nos bancos. Com isso, o empresário conseguiu recursos que permitiam atender as necessidades de expansão da empresa.
No parque de manutenção da empresa, a Itapemirim começou a desenvolver novas carrocerias para ônibus, ampliando os bagageiros tão importantes para os passageiros brasileiros que carregavam muita bagagem e os comerciantes que precisavam de espaço para as mercadorias. As modificações foram tão bem sucedidas que começaram a ser adotadas pela Mercedes Benzs. Era a "Camilo Service", ensinando os alemães a trabalhar no mercado brasileiro.
Em 1965, sempre em busca de novos conhecimentos, Camilo foi com a esposa para os EUA, onde passou a conhecer em detalhes como funcionava o sistema de transportes rodoviários nos EUA. Na época foi recebido na Greyhound, a maior empresa do setor no mundo, então com 4.000 ônibus. A partir dessa viagem Camilo estabeleceu meta de 3.000 ônibus, aproveitando que o governo sinalizava que a interiorização do país era inevitável e seriam investidos muitos recursos na ampliação da malha rodoviária. Os anos que vieram provaram que a interpretação do futuro de Cola estava certa e a Itapemirim superou a própria Greyhound.
Em 1970 e empresa já possuía 600 veículos, superou os 1.500 em 1980 e chegou a quase 1.700 em 1990. Em 1976 começou a produzir os ônibus de três eixos, os chamados Tribus, que foram um grande sucesso pelo conforto e vantagens que teve após a lei da balança, que determinava um peso máximo por eixo.
Em fins de 1973, a empresa assumiu o controle da Nossa Senhora da Penha, que abriu as portas para o mercado da região sul e representou um grande salto na empresa, já que a Penha possuía frota equivalente a metade da Itapemirim. A aquisição teve repercussão internacional e, um aspecto fundamental na forma de conduzir a incorporação da empresa paranaense foi à preocupação de Camilo Cola de valorizar os profissionais que trabalhavam na Penha.
Em 1980 entrou na linha Rio-São Paulo, ao adquirir as linhas da Única. Com os Tribus novos e muito confortáveis, encontrou o diferencial para enfrentar a concorrência das competentes Expresso Brasileiro e Cometa. Em 1982 a Itapemirim chegou a ter metade do mercado mais importante do país: a ponte rodoviária.
Em 1995 a Itapemirim lançou o Starbus, ônibus executivo. Em 1998 chegou o Golden Service, com conforto do leito, ar condicionado e tarifa de executivo. Depois vieram o certificado ISO 9002, a venda pela internet, a revista "Na Poltrona" e várias outras inovações.
O sucesso da Itapemirim tornou Camilo Cola um dos maiores empresários do setor de transportes do mundo e um dos grandes responsáveis, juntamente com outros empresários do mesmo setor, pela integração do Brasil.
Além das atividades empresariais, Camilo Cola, também esteve envolvido na política e levou sua experiência administrativa para a Confederação Nacional dos Transportes Terrestres, onde teve marcante gestão, principalmente durante os trabalhos da Constituinte, defendendo os interesses dos transportes nacionais.
Além do transporte de passageiros e carga por via rodoviária, a empresa opera também com transporte aéreo de cargas, possui concessionárias de veículos, fazendas, empresas de turismo, postos e indústria. Mas o coração da empresa está em Cachoeiro do Itapemirim, onde Camilo Cola criou raízes e mora numa confortável casa, literalmente dentro de área da empresa.
O êxito de Camilo Cola pode ser creditado a vários fatores. Um dos mais importantes foi sempre manter contato permanente com os clientes, identificando suas necessidades e aproveitando as queixas e sugestões para melhorar a empresa e administra-la cada vez de forma mais eficiente.
Sua paixão pelo trabalho, capacidade de antever o futuro, parcimônia no uso dos recursos, ousadia com responsabilidade, espírito de equipe, capacidade de liderança, são outras qualidades inegáveis. Mas a força de Camilo Cola, a mola mestra de sua história, foi a sua história familiar. Os princípios que formaram sua personalidade, a sorte na companheira que encontrou, disposta participar da história desse homem, cujo sucesso pode ser medido em bens, finitos como todos nós, mas cujo legado e importância para a integração do Brasil e não apenas da história dos transportes em nosso país, atravessará a fronteira do tempo.

Camilo Cola - A ousadia que construiu um império
O caminhão foi comprado em 1946. Camilo Cola havia voltado ao Brasil no ano anterior, depois de ter participado da Segunda Guerra Mundial, lutando na Itália como integrante da Força Expedicionária Brasileira. Boa parte do dinheiro da compra tinha sido obtida em território italiano, com muita economia e senso de oportunidade. Como combatente, Camilo Cola recebia um maço de cigarros todo dia. Como não era fumante, começou a vendê-lo aos companheiros. Depois, passou a comprar os maços de outros soldados e se tornou uma espécie de fornecedor do produto, sempre pagando e recebendo em dólares.
A compra do Ford Hercules foi facilitada porque o governo decidiu premiar os ex-pracinhas que tinham participado da guerra, dando a eles prioridade na aquisição desse tipo de veículo. Camilo Cola aproveitou a chance, trocou os dólares pelo veículo novinho e começou a transportar cargas e passageiros. Ao mesmo tempo, procurou outros ex-pracinhas e estimulou-os a comprar e colocar à venda, por seu intermédio, os caminhões a que tinham direito. Conseguiu ganhar mais um bom dinheiro com essas operações.
Em fins de 1948, usou o lucro obtido para associar-se a um comerciante local na criação da Empresa de Transporte Autos -ETA. Ela tinha um único ônibus, e se dedicou ao transporte de passageiros entre Castelo e Cachoeiro do Itapemirim.
O ônibus solitário foi multiplicado por três no ano seguinte e em 1950 a frota já era de dez veículos. Mais um ano e a ETA partia para a fusão com outras duas empresas de ônibus, surgindo então, em 4 de julho de 1953, a Viação Itapemirim Ltda. Tinha frota de 16 ônibus. A manutenção e os reparos eram feitos exclusivamente na oficina mecânica da empresa, que funcionava num barracão alugado. Camilo Cola relata: "Não havia indústria automobilística brasileira na época e tampouco serviços de assistência técnica para os veículos importados. O mercado de peças de reposição era escasso e concentrado nas cidades do Rio de Janeiro e São Paulo."
Não demorou para que o estilo ousado e empreendedor de Camilo Cola se manifestasse, delineando o comportamento gerencial que exercitaria até os dias de hoje. Para garantir a expansão dos negócios, estendeu as linhas da empresa a todo o norte do Espírito Santo. As condições de operação eram extremamente difíceis e exigiam muita coragem, como relembra Camilo Cola: "As estradas eram muito precárias e, por isso, as outras transportadoras não se aventuravam. Então a Itapemirim requeria as linhas e lá íamos nós, levando como equipamento normal, além de marretas, espátulas, material de remendo e pneus sobressalentes, também enxadas, foices e facões, pois aqui e ali era preciso raspar o atoleiro e, muitas vezes, abrir picadas no mato para contornar o barro e o lamaçal."
Foi com a mesma disposição que a empresa conquistou suas primeiras linhas interestaduais: Cachoeiro do Itapemirim - Campos, Cachoeiro do Itapemirim - Niterói e Vitória-Rio de Janeiro. A seguir, voltou suas atenções para o sul da Bahia e, logo, assumiu também as ligações Rio de Janeiro-Salvador e Rio de Janeiro - Brasília.
O desenho da Viação Itapemirim como empresa de envergadura nacional começou a ser traçado principalmente na década de 60, quando, por meio de aquisições e licitações, obteve a titularidade de linhas importantes como Brasília - Belo Horizonte e Belo Horizonte - Vitória. Em 1963, a frota já chegava a 100 veículos, isso numa época em que as estradas, em sua maioria, continuavam sendo de terra, e não havia ônibus adequados para operar linhas de longa distância. Essas foram, provavelmente, algumas das grandes diferenças que marcaram a atuação dos pioneiros do transporte rodoviário de passageiros no Brasil.
A operação simultânea de linhas intermunicipais e interestaduais ainda foi mantida por algum tempo, mas Camilo Cola percebeu que para não travar o crescimento da Itapemirim teria de liberar a empresa do segmento intermunicipal. Assim, no início da década de 70, vendeu todas as linhas do norte capixaba e foi de novo às compras. Adquiriu duas linhas de Pernambuco para o Rio de Janeiro, além de outras ligações entre capitais nordestinas e o sul do país. Em concorrência pública, conseguiu a São Luís - Rio de Janeiro e, mais tarde, a Belém - Rio de Janeiro. Finalmente, passou a operar também a linha Salvador - Rio de Janeiro.
Com isso, a companhia adquiriu, definitivamente, cara nacional. E foi nessa condição que, em 1973, depois de negociações que duraram mais de meio ano, conseguiu incorporar uma das grandes empresas do país, a Nossa Senhora da Penha. De um momento para o outro, a frota aumentou em cerca de 500 ônibus e as operações foram estendidas a praticamente todo o sul brasileiro. De quebra, também foi alcançado o Uruguai, por meio da linha Bagé (Rs)-Melo.
Em 1980, adquiriu a única, empresa que fazia a ligação Rio de Janeiro - São Paulo, tornando-se, então, a Itapemirim, a maior empresa de transporte rodoviário de passageiros do país e da América Latina, além de uma das maiores do mundo.
Na década de 80, Camilo Cola foi eleito presidente da Confederação Nacional do Transporte - CNT -exatamente quando se vivia o período da Assembléia Constituinte. A participação do setor de transporte nas discussões em torno de uma nova Constituição, exigência dos empresários do setor, foi competentemente coordenada por Camilo Cola. O intenso trabalho desenvolvido junto aos constituintes produziu resultados importantes em termos de dispositivos constitucionais relacionados ao setor, na Constituição de 1988, e abriram caminho para a criação do Sistema sest-senat. A gestão de Camilo Cola foi marcada ainda pelos entendimentos que evitaram uma equivocada desregulamentação do setor de transporte rodoviário de passageiros e pela construção da sede própria da CNT em Brasília.
Sob a direção de seu criador, a Itapemirim sempre pautou seus serviços pelo pioneirismo, inclusive no que se relacionava aos ônibus utilizados em suas linhas. Inicialmente, não havia tanta possibilidade de escolher entre veículos nem de padronizar a frota. Os transportadores de passageiros tinham de se contentar com os chassis de caminhão disponíveis no momento, e que eram de marcas como Chevrolet, Ford, Ford francês, Aclo inglês, White norte-americano, GMC. Mas, em 1957, a Itapemirim conseguiu incorporar um expressivo contingente de ônibus Alfa-Romeo. Dois anos depois, deu um salto mais ousado e substituiu toda a frota por carros Mercedes-Benz. A vantagem é que eles eram entregues já encarroçados, encurtando-se em meses o intervalo entre a compra do chassi e o recebimento do ônibus pronto.
A partir de 1960, sempre por inspiração de Camilo Cola, a empresa deu início a uma política de valorização crescente aos chamados itens de conforto. Criou, por exemplo, o ônibus Rodonave, de tipo leito, equipado com ar-condicionado e sanitário químico. Outra importante inovação ocorreria em 1977 com o lançamento do ônibus executivo, de 32 lugares, com poltronas mais espaçosas, ar-condicionado e todo o conforto que a tecnologia da época permitia incorporar.
Mudança de largo alcance, com significativos ganhos de segurança e conforto, ocorreu a partir do fim dos anos 70, quando a Itapemirim passou a adotar a plataforma Mercedes-Benz de tipo monobloco.
Um dos grandes marcos da história da empresa deu-se em 1981. Praticando a política de produzir suas próprias carroçarias em Cachoeiro do Itapemirim, sob a marca Tecnobus, a companhia criou um produto absolutamente diferenciado, o Superbus. O veículo representou a consolidação de todo know-how acumulado durante muito tempo. Mais do que isso, abriu caminho para o lançamento, no ano seguinte, do modelo Tribus, com três eixos, que incorporava as mais recentes conquistas da engenharia automobilística, entre elas a suspensão a ar e o tratamento acústico que reduziu significativamente os níveis de ruído interno. Ou seja: aumentou o conforto dos passageiros. A proposto era tão boa que possibilitou o posterior desenvolvimento de mais duas versões sucessivas, os Tribus II e III.
Hoje, as 17 empresas que integram o Grupo Itapemirim empregam 16.000 pessoas em todo o Brasil. Operam cerca de 1.500 veículos, estão presentes em 21 estados e atendem cerca de 700 localidades. A média é de 6 milhões de passageiros por ano. Integram o grupo outras empresas, nas áreas de transporte de cargas, revenda de automóveis, caminhões e pneus, agropecuária, informática, rede de pontos de parada e postos de combustível, mármore e granito, seguro e gráfica.
Passados quase 60 anos desde que começou a atuar na área de transporte, Camilo Cola constata, com satisfação, que o setor avançou muito, estando hoje à altura dos melhores do mundo. O desenvolvimento tecnológico alcançado pelas empresas e a evolução dos nossos ônibus são pontos de destaque.
Sua tristeza é verificar as mazelas vigentes que prejudicam o sistema: estradas em péssimo estado, rodoviárias abaixo da crítica, falta de fiscalização que propicia a proliferação do transporte clandestino, com aumento dos acidentes fatais e comprometimento da imagem do transporte rodoviário regular de passageiros, que paga impostos e contribui para a manutenção de milhares de empregos, conforme acentua Camilo Cola. No entanto, o empresário pioneiro manifesta a sua incondicional confiança e esperança de que o novo governo venha solucionar os desafios pendentes, já que o Presidente Lula sabe ser o sistema referência mundial, que gera empregos e precisa ser preservado e aperfeiçoado.

Fonte: Os Pioneiros, Encarte especial da revista ABRATI/ Dezembro 2003

segunda-feira, 6 de abril de 2009

CÂMARA MUNICIPAL DE CACHOEIRO DE ITAPEMIRIM


INSTALAÇÃO DA CÂMARA:
No dia 25 de março comemora-se a emancipação política de Cachoeiro de Itapemirim. A história nos conta que a Lei Provincial nº 11, de 23 de Novembro de 1864, elevou a Freguesia ou distrito Paroquial de São Pedro do Cachoeiro de Itapemirim à categoria de Vila, cujos limites estendiam-se até os Estados de Minas Gerais e do Rio de Janeiro. No entanto, a nova Vila só veio a separar-se definitivamente de Itapemirim a 25 de Março de 1867, data da instalação de sua primeira Câmara Municipal. Desde então, Cachoeiro vem construindo sua história de independência, pioneirismo e trabalho.
Na sessão de instalação da Câmara Municipal de Cachoeiro, sete membros estavam presentes:
- Cel. Francisco Xavier Monteiro da Gama (Presidente)
- Dr. Joaquim Antônio de Oliveira Seabra
- Dr. Antônio Olinto Pinto Coelho
- Capitão Francisco de Souza Monteiro
- Capitão Pedro Dias de Prado
- Capitão José Vieira Machado
- Major Misael Ferreira de Paiva

PRESIDENTE DA CÂMARA ERA PREFEITO:
O cargo de presidente da Câmara era exercido por um dos vereadores, eleito pelos seus pares. O Presidente acumulava as funções executivas, isto é, ele era também o "prefeito" da cidade. Isto aconteceu até 1914, quando foram criadas as Prefeituras do interior do Espírito Santo. Em Cachoeiro, o primeiro Prefeito foi o Coronel Francisco de Carvalho Braga.

ARTISTAS COMEMORAM PROGRESSO POLÍTICO:
A instalação da primeira Câmara de Cachoeiro deu-se em uma solenidade austera, bem ao estilo da época. Isto não agradou à comunidade artística da cidade, ativa e participante, que organizou um pequeno desfile para comemorar o evento. Um estandarte trazia os seguintes versos:


"Dos Artistas à Municipalidade"

Ao dar-se mais um passo ao progresso,
Não podemos deixar de vir saudá-lo,
Nós artistas, nós, filhos do trabalho,
Sabemos dar-lhe o peso, apreciá-lo!

É pobre a nossa oferta, mas sincera,
Erguemos com prazer a saudação,
Do peito rude, mas aberto e franco,
Deixamos transluzir o coração!

No entanto, só nós, pobres artistas,
Saudamos este dia, prazenteiros,
Com mágoa vemos todos impassíveis,
Aqueles que deviam ser primeiros.

Se o ato que hoje vem se consumar
Nos deve abrir a senda de um futuro,
Como devemos nós ser impassíveis
Deixando-o imerso no silêncio obscuro.

Honra a nós, meus irmãos, honra aos artistas
Os primeiros a saudar com alegria,
O rasgar dessa noite do passado
E o surgir do futuro à luz do dia!


CÂMARA INAUGURA PONTE E APÓIA ABOLICIONISMO (1887):
Quando foi criada a Câmara Municipal de Cachoeiro, em 1867, a cidade era unânime ao afirmar que a construção de uma ponte ligando os dois lados da cidade era a prioridade máxima do momento. Assim, os primeiros Presidentes da Casa, que também tinham as prerrogativas de "prefeitos", debruçaram-se sobre a questão. Em 1883, o Presidente da Província do Espírito Santo enviou à Câmara dois contos e quinhetos para que se iniciasse a obra, e assimfoi feito.A primeira Ponte Municipal foi inaugurada em 11 de junho de 1887, no auge da campanha abolicionista. O Presidente da Câmara Municipal, Carlos Bernadino Maciel, fez um discurso inflamado, valendo-se da oportunidade para dar carta de alforria so seu escravo André, e pondo seiscentos mil réis à disposição do Juiz de Orfãos, para libertar a escrava Beatriz, do médico italiano Dr. Salvador Rizzo, a qual foi logo declarada liberta, segundo as publicações da época, "por ser aquele seu valor legal". Outro discursante, o vereador Dr. Joaquim de Oliveira Seabra, sogro do Dr. Rizzo, declarou liberto o seu escravo Vidal. Dessa forma, a Câmara de Cachoeiro destacou-se no cenário político do Império como um dos pontos de apoio à campanha pela libertação dos escravos.

CÂMARA COMEMORA PROCLAMAÇÃO DA REPÚBLICA:
A notícia da proclamação da República chegou a Cachoeiro, através do telégrafo, em 16 de novembro de 1889 - portanto, um dia depois de ocorrida. No dia 21 de novembro, a Câmara Municipal reuniu-se em sessão extraordinária, a fim de manifestar-se sobre a nova forma de governo do país. Estavam presentes os vereadores Dr. Novaes Mello e Capitão José Gonçalves Ferreira. O vereador Novaes Mello apresentou uma moção reconhecendo o Governo Provisório do Brasil, que foi aprovada por unanimidade. Na ocasião, foi retirado da sala de sessões o retrato de D. Pedro II, que foi presenteado ao coletor Antônio das Neves Marins. Em prantos, ele declarou: "Obedeço às leis de meus país, mas recebo em meus braços este retrato e guardo-o".
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PRESIDENTES DA CÂMARA MUNICIPAL DE CACHOEIRO DE ITAPEMIRIM


CACHOEIRENSE PRESENTE (1990 - 2008)

1990 - Abel Santana 1991 - Luiz Bento F. Coelho 1992 - Gastão Gonçalves Coelho 1993 - Manoel Carlos Amboss 1994 - Aremildo Antonio Pessim 1995 - José Afonso Coelho 1996 - Guilherme Guimarães 1997 - Luiz Guilherme Ribeiro 1998 - Higner Mansur 1999 - Ubirajara Tavares Dias 2000 - Maria Regina de M. Grafanassi 2001 - Sebastião Ventury Baptista 2002 – Marília Villela de Medeiros Mignoni 2003 – Wilson Lopes de Resende 2004 – Labibe Abiguenem Abib 2005 - Solimar Soares da Silva 2006 - Athayr Cagnin 2007 - Benjamim de Freitas Pinheiro 2008 - Evandro Coelho de Lima 2009 - Ricardo Ferraz 2010 - Joacyr Pinto 2011 -

CACHOEIRENSE AUSENTE (1942 - 2008)

1942 - Heráclides Gonçalves 1943 - Trófanes Ramos 1944 - Benjamim Silva 1945 - Não houve 1946 - Iraci Washington do Rosário 1947 - Newton Borelli 1948 - Dr. Francisco Gonçalves 1949 - Carlos Rebelo Silva 1950 - Dr. José Moisés 1951 - Dr. Rubem Braga 1952 - Dr. Rui Moraes 1953 - General João Freitas 1954 - Dr. Hélio Athayde 1955 - Dr. José Ramos Penedo 1956 - Vítor Finamore 1957 - Dr. Darci Monteiro 1958 - Dr. Joaquim Leão Neto 1959 - Jair Ramos 1960 - Dr. Ari Garcia Rosa 1961 - Dr. Cristiano Rezende 1962 - Homenagem póstuma a Newton Braga 1963 - Professora Maria Penedo 1964 - Paulo Soares 1965 - Frei Antolin Rodrigues 1966 - Coronel Walter Paiva 1967 - Roberto Carlos Braga 1968 - Dr. Gabriel Imperial 1969 - Raul Sampaio Coco 1970 - Ernane Galveas 1971 - Jece Valadão 1972 - Coronel Guilherme Silva 1973 - Carlos Imperial 1974 - Luiz Fernando Rocha 1975 - Albino Turbay 1976 - Coronel Péricles Machado Neves 1977 - Dr. Ralph Lopes Penheiro 1978 - Dr. Sérgio Bermudes 1979 - Professor Levy Curcio da Rocha 1980 - Dr. Victor Hugo Cupertino de Castro 1981 - Dr. Jamil Moisés 1982 - Dr. João Cândido dos Santos 1983 - Valério Fabris 1984 - Dr. Demistóclides Baptista 1985 - Dr. João Batista Herkenhoff 1986 - Jair Felix da Silva 1987 - Arnold Silva 1988 - Fabiano Bueno 1989 - Carlos Fernando Monteiro Lindenberg 1990 - José Eduardo Grandi Ribeiro 1991 - Marcus Viana de Rezende 1992 - Dr. Delta Madureira Filho 1993 - Osires Lopes Filho 1994 - Romildo Canhim 1995 - Paulo de Tarso Medeiros 1996 - Dr. Ewerly Grandi Ribeiro 1997 - Dario Fernando Cruz 1998 - Déa Maria Moreira de Medeiros 1999 - José Mariano Lopes 2000 - Hércules Silveira 2001 - Moema Baptista 2002 – Amim Abiguinem 2003 – David Cruz 2004 – José Carlos Dias 2005 – José Américo Mignone 2006 – Henrique Melo de Moraes 2007 - João Gilberto Machado 2008 – Henrique Geaquinto Herkenhoff 2009 - Miguel Misse 2010 - Luiz Carlos de Freitas (Batata) 2011 -

SANTA CASA DE MISERICÓRDIA


HISTÓRIA:
A ordem das Santas Casas de Misericórdia foi instituída em Portugal pela Rainha Leonor de Lancastre, no ano de 1498.
Primeiro Regimento da Misericórdia, o chamado Compromisso, foi assinado pela Rainha Leonor, pelo Rei Dom Manuel, por Frei Contreras (confessor da Rainha), pela Infante Dona Brites e pelo Arcebispo de Lisboa, Dom Martinho da Costa. O principal objetivo da prática de obras de caridade dividia-se em 4 grandes ramos: tratar os enfermos, patrocinar os presos, socorrer os necessitados e amparar os órfãos.No Brasil, a primeira Santa Casa foi fundada por Bráz Cubas, no ano de 1543, na Capitania de São Vicente (Vila de Santos). Por volta de 1560, deu-se a possível criação da Confraria da Misericórdia de São Paulo dos Campos de Piratininga que esteve alojada no Pátio do Colégio, nos Largos da Glória e Misericórdia, sucessivamente.
A direção da Irmandade é exercida pela Mesa Administrativa, composta por 50 Irmãos Mesários, e um Poder Executivo - a Provedoria - integrada pelos Irmãos - Provedor (autoridade máxima), Vice -Provedor, Escrivães, Mordomos, Tesoureiros e Procuradores Jurídicos.
Atualmente, voltados ao atendimento médico-hospitalar a pacientes carentes e do SUS (Sistema Único de Saúde), os Hospitais da Irmandade estão entre os maiores do país.
A assistência prestada é totalmente gratuita e sua qualidade equipare-se à dos melhores centros médicos internacionais, com equipamentos de última geração.
A Santa Casa de Misericórdia de Cachoeiro de Itapemirim, Instituição Hospitalar localizada no Sul do Espírito Santo, teve seu início como “Associação de Beneficência Cachoeirense’’, que era mantenedora da Santa Casa fundada em 27 de janeiro de 1900. Na ocasião o primeiro médico era o Dr. Joaquim Teixeira de Mesquita. Em 31 de dezembro de 1927 foi reunido o Primeiro Conselho, tendo o seu 1° Presidente Mário Lopes de Rezende e o Vice- Presidente Francisco Gonçalves com os demais membros eleitos estava formada a primeira Diretoria da Santa Casa de Misericórdia de Cachoeiro de Itapemirim.
Em 1945 foi elaborado um projeto com o objetivo de constituírem: Farmácia, Sala de Operações, Gabinete de Raio X, Ambulatório, Laboratório de Análises Clínicas. No setor Administrativo dava-se os primeiros sinais de organização: Secretaria, Portaria e Serviços Econômicos que consideravam: Refeitório, Dispensa, Cozinha, Rouparia e Lavanderia. No setor religioso já havia a preocupação com assistência espiritual dos enfermos que era prestada pelas religiosas e o sacerdote, denominado “capelão”. Vale lembrar que o serviço religioso sempre esteve presente e permanece até hoje. Incontáveis foram os elementos que passaram pela Santa Casa, deixando marcado no tempo os sinais de sua participação, quer de ajuda financeira, moral e material, outros trabalhadores anônimos que direcionaram os destinos desta instituição. O Hospital viveu seu apogeu nas décadas de 1970 e 1980, quando avança o desenvolvimento de diversos setores e a criação de tantos outros. Neste período adquiriu-se muitos equipamentos para cozinha, lavanderia, radiologia, gabinete dentário, central de PABX, implantação da Contabilidade de Custos, Serviço de Nutrição e Dietética e Lactário, construção de mais duas salas cirúrgicas e da Central de Esterilização. Inaugurado o CTI com 9 leitos e modernos equipamentos. Na década de 1980 chegou-se a ter 315 leitos.
Na década de 1990, apesar de muitas dificuldades financeiras o hospital continuou investindo para oferecer cada vez mais qualidade e resolutividade aos pacientes da região. Deu-se alguns passos importantes no intuito de modernizar, ampliar os recursos de diagnóstico e de complexidade da Assistência Médico Hospitalar.
No início dessa década, o Ministério da Saúde concedeu-nos o título de hospital padrão no controle da infecção hospitalar, juntamente com outros três hospitais brasileiros. Obteve-se também, autorização da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia para formação de novos ortopedistas, credenciando nosso serviço em Residência Médica.
Em 1991 foi criado o Plano de Saúde, próprio, que chegou a ter aproximadamente 35 mil vidas. Dois anos após adquiriu-se, um Aparelho de Tomografia Computadorizada e Ultrassonografia, que vieram completar o Centro de Diagnóstico por Imagem, dinamizando os serviços de diagnóstico e tratamento. No ano de 1994 foi inaugurado a nova Unidade de Tratamento Intensivo, com a sua capacidade instalada ampliada para 17 leitos. No mesmo período foi inaugurado o Instituto da Mulher, com 04 consultórios equipados, que teve por objetivo dar assistência a mulher, tomando por base a PAISM- Plano de Assistência Integral a Saúde da Mulher- do Ministério da Saúde. Dando ênfase ao atendimento de Pré-Natal de baixo e alto risco, prevenção do câncer ginecológico e planejamento familiar. Inaugurada ainda, uma creche para atender aos filhos dos funcionários. O Centro Cirúrgico foi ampliado com a construção de mais três salas cirúrgicas. Em 1995 os serviços administrativos foram implementados com aquisição de computadores e software com uma rede de 28 estações de trabalho. Em 1996 foi inaugurada as novas instalações do Serviço de Ortopedia e Traumatologia com três consultórios e sala de gesso.

A SANTA CASA:
A Santa Casa de Misericórdia de Cachoeiro de Itapemirim é uma entidade privada, sociedade civil, de caráter filantrópico. Possui estrutura com instalações modernas para atender seus pacientes com qualidade e eficiência.
Em benefício da população de Cachoeiro de Itapemirim e Sul do Estado do Espírito Santo, foram realizadas 66.737 consultas, 4.325 procedimentos cirúrgicos, 6.500 internações e 169.672 serviços auxiliares terapêuticos e de diagnósticos. Dos serviços prestados, mais de 80% são para pacientes do Sistema Único de Saúde – SUS.
Prova do alto nível de especialização do hospital são os convênios com diversos planos de saúde que confiam em nossa eficiência para atender seus associados.
Podemos destacar o Centro de Estudos que comemorou 27 anos e o setor de CCIH (Comissão de Controle de Infecção Hospitalar) homenageado pelo Ministério da Saúde com o Certificado Hospital Padrão, que proporcionaram ao hospital ser referência nacional.
O comprometimento da Santa Casa com seus clientes é devido a muita luta e dedicação dos Conselheiros, Diretores, Corpo Clínico e Colaboradores, que trabalham confiantes de que cada dia merece ser o melhor.

SITE:
http://www.santacasacachoeiro.org.br/

PREFEITO: Carlos Roberto Casteglione Dias


Carlos Roberto Casteglione Dias (2009 - ..........)

HISTÓRIA:
Nascido em Itapemirim (ES) em 20 de maio de 1960, o deputado e presidente do PT-ES Carlos Casteglione mudou com a família em 1972 para Cachoeiro de Itapemirim, município aonde reside até hoje e construiu sua história.
Graduado em Ciências Biológicas em 1986 pela Faculdade de Ciências, Letras e Filosofia "Madre Gertrudes de São José", se filiou neste mesmo ano no Partido dos Trabalhadores após alguns anos de militância em movimentos sociais.
Sua atuação social e na política começou ainda nos anos 70, quando participou de grupos jovens da Igreja Católica e do Movimento Católico Progressista, a partir das Comunidades Eclesiais de Base (CEBs). Na Faculdade compôs o Diretório Central dos Estudantes (DCE) e criou, junto com outros colegas, o Movimento dos Cristãos Universitários.
Também foi presidente da Associação de Moradores do Bairro Coronel Borges; membro da diretoria da Federação das Associações de Moradores e Movimentos Populares (Fammopoci) e da diretoria do Sindicato dos Servidores da Administração Direta do Espírito Santo.
Após a graduação, deu aulas de Biologia por um curto período e ingressou na área de saúde. Como Técnico em Laboratório, exerceu dupla jornada - no setor privado e como funcionário do Estado no Centro de Saúde de Cachoeiro – até ser eleito deputado estadual em 2002 com 14.690.
Na Assembléia Legislativa presidiu a Comissão de Saúde de 2003 a janeiro de 2005 e atuou como membro da Corregedoria Geral da Casa e das Comissões de Saúde e Educação, tendo participado ainda da Comissão de Agricultura.
No primeiro mandato, teve como bandeiras de luta a defesa da ética e da moralização da política, apoio para a agricultura, a defesa dos direitos humanos e do meio ambiente, o incentivo ao desenvolvimento econômico sustentável, a projetos de capacitação da juventude e de melhoria dos serviços públicos, com destaque para a área da saúde.
Reeleito deputado estadual em 2006 com 22.284 votos, licenciou-se em março de 2007 para assumir a Secretaria de Estado do Trabalho, Assistência e Desenvolvimento Social (Setades). Permaneceu como secretário até janeiro de 2008, quando foi empossado de novo em seu cargo como deputado.
De volta à Assembléia, Casteglione manterá suas bandeiras de trabalho, acrescentando a área da Assistência Social na sua atuação.
Em sua trajetória política, também consta a presidência do PT de Cachoeiro por duas vezes consecutivas e disputa da Prefeitura de Cachoeiro de Itapemirim por duas vezes, em 2000 e 2004.

TRAJETÓRIA POLÍTICA:
Na segunda metade da década de 1970, alguns anos depois de ter se mudado para Cachoeiro, Carlos Casteglione deus seus primeiros passos na militância, participando de grupos jovens na Igreja Católica, onde adquiriu a consciência de que sem organização as mudanças não chegam.
Na Faculdade aonde graduou-se em Ciências Biológicas, compôs o Diretório Central dos Estudantes (DCE) e criou, com outros colegas, o Movimento dos Cristãos Universitários, sem deixar de participar do movimento católico progressista que protagonizou todas as lutas sociais da década de 70 e 80 a partir das Comunidades Eclesiais de Base (CEBs).
Foi a partir de sua atuação nas CEBs que foi eleito vice-coordenador do Conselho de Leigos da Regional Leste II da CNBB.
Com o fim da ditadura militar, em 85, a sociedade brasileira iniciou uma grande mobilização pela elaboração de uma nova Constituição que estivesse mais de acordo com os tempos que se inauguravam. E foi neste contexto que Casteglione ampliou sua visão e sua participação política participando do movimento que coletou milhares de assinaturas apoiando as propostas populares para a Nova Constituição.

NO PT
Um ano depois, em 86, filiou-se ao Partido dos Trabalhadores e foi acrescentando a seu currículo experiências como a presidência da Associação de Moradores do Coronel Borges; a diretoria da Federação das Associações de Moradores e Movimentos Populares (Fammopoci) e a diretoria do Sindicato dos Servidores da Administração Direta do Espírito Santo.
Eleito presidente do Diretório Municipal do Partido em 1999, acabou reeleito em 2001. Sua experiência em eleições começou em 2000, quando disputou a Prefeitura Municipal de Cachoeiro, obtendo expressiva votação.
Em 2002 candidatou-se a deputado estadual, elegendo-se com 14.690 votos. Suas bandeiras na campanha foram a moralização da política, o compromisso pela defesa dos interesses da população capixaba, o incentivo ao desenvolvimento econômico da região Sul, projetos de capacitação da juventude e para melhoria dos serviços de saúde.
Em 2004 retomou o projeto alternativo para a Prefeitura de Cachoeiro e novamente foi candidato ao Executivo, terminando a eleição em terceiro lugar, com quase 20 mil votos.
Em 2006, foi reeleito deputado estadual com 21.400 votos, obtendo votação em 74 dos 78 municípios capixabas.
No início deste ano, recebeu junto com o partido o convite para assumir a Secretaria de Estado do Trabalho, Assistência e Desenvolvimento Social – Setades. Após aprovação partidária, assumiu a pasta em 20 de março, licenciando-se do cargo Legislativo.


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PREFEITO: Roberto Valadão Almokdice


Roberto Valadão Almokdice (1983-1988; 2005-2008)

Natural de Colatina, foi lider estudantil, atuante em Cachoeiro de Itapemirim. Governou a cidade de 83/88, graças à prorrogação dos prefeitos daquela época. Instalou postos médicos no interior, criou o CMU – Centro de Manutenção Urbana, calçou ruas, equipou escolas e construiu pontes. Na área cultural restaurou e inaugurou a Casa dos Braga. Construiu área de lazer na rua Sete de Setembro e um box, homenagem a Hélio Ramos , numa sugestiva construção, onde havia o retrato a óleo do homenageado, o primeiro impressor do Correio do Sul e autor da música “Cantiga do Cachoeirense Ausente”, letra de Newton Braga, ao lado de uma antiga impressora. Este box foi demolido pelo prefeito José Tasso. Foi Deputado Estadual e Deputado Federal.

PREFEITO: Theodorico de Assis Ferraço


Theodorico de Assis Ferraço (1973-1977; 1989-1992;1997-2000;2001-2004)

Nasceu em Jaciguá, distrito de Cachoeiro de Itapemirim/ES, em 28 de novembro de 1937. Filho de Theodorico Ferraço e Dalila Moreira Ferraço, cursou o primário no Colégio Salesiano de Jaciguá, o secundário em Manhumirim/MG, e Escola Técnica de Comércio em Cachoeiro de Itapemirim, tendo concluído o curso de Bacharel em Direito na Universidade do Espírito Santo em 1963. Fez várias realizações para a cidade e os distritos, dentre elas construção de avenidas, escolas, creches, muros de arrimo, asfaltos, escadarias e alguns serviços de infra-estrutura nos bairros.

PREFEITO: José Tasso de Andrade


José Tasso de Andrade (1993-1996)

Filho do Prefeito Raymundo Andrade. Foi Deputado Estadual e Deputado Federal , antes de ocupar o cargo de prefeito Dentre suas realizações, destacam-se: Construiu casas populares no Corte Grande, muros de arrimo, esgotamento sanitário, ampliação da rede de água e esgoto. Criou o Projeto Clarear, dando melhor iluminação à cidade. Restaurou vários prédios antigos, dentre eles o Mercado Municipal. Reviveu os jogos escolares Raymundo de Andrade em Cachoeiro. No setor da saúde criou vários projetos, tais como: Prevenção de Doenças, Casa para o Idoso, Casa para o Aidético, Combate ao Mosquito da Dengue, Campanha do Aleitamento Materno, Campanha Contra o Câncer de Mama, Contra o Tabagismo, deu grande apoio ao programa Materno- Infantil. Iniciou o Projeto para a Construção da SEASA – SUL.

PREFEITO: Gilson Carone


Gilson Carone (1978-1982)

Natural de Cachoeiro de Itapemirim, formou-se em medicina e exerceu seu primeiro cargo político como vice prefeito em 1976. Dentre suas obras mais importantes destacam-se: Construção do Pronto - Socorro Municipal; rodovia do Valão Mauro Miranda Madureira; rodovia Newton Braga; asfaltamento da rodovia de Itaoca; implantação da Feira do Produtor Rural. Ocupou vários cargos públicos e políticos no Espírito Santo – Secretário da Casa Civil, Conselheiro do Tribunal de Contas e Secretário Estadual de Saúde.

PREFEITO: Hélio Carlos Manhães


Hélio Carlos Manhães (1970- 1972 e 1977-1978)

Estudou na Escola Técnica de Comércio. Bacharel em Direiro pela UFES. Cedo iniciou sua vida pública em nossa cidade, como vereador aos 21 anos. Foi Deputado Estadual por duas vezes, bem como Deputado Federal por duas vezes. Foi autor do projeto em âmbito federal, para a criação da Escola Técnica em Cachoeiro.

PREFEITO: Abel Santana


Abel Santana (1963 – 1967)

Natural do distrito de Pacotuba, Cachoeiro de Itapemirim, foi vereador e presidente da câmara. Na sua gestão foram criadas as Faculdade de Direito de Cachoeiro de Itapemirim, e Faculdade de Filosofia, ginásios em Vargem Alta, e Conduru. Construiu os Grupos Inah Werneck e Anísio Ramos. Criou o SAAE, trouxe o SAMDU para Cachoeiro e criou o jornal O Momento.

PREFEITO: Raymundo de Araújo Andrade


Raymundo de Araújo Andrade (1959- 1963)

Natural do Ceará, ingressou no Banco do Brasil, onde exerceu várias funções. Em 1948 iniciou a construção do Jardim de Infância , obra fundada por Dr. Dulcino Monteiro de Castro, que foi construído graças às doações da população , principalmente clientes do Banco do Brasil e verbas do poder público. Melhorou grandemente o serviço d’água na cidade, concluiu o aeroporto de Cachoeiro, incentivou a construção da fábrica de cimento em Monte Líbano, calçou com bloquetes a Praça Jerônimo Monteiro, inaugurou o serviço d’água em Burarama. Foi Deputado Federal em 1966, quando foi reeleito. Morreu em 1970.

PREFEITO: Antônio Ferreira Penedo Sobrinho


Antônio Ferreira Penedo Sobrinho ( 1955- 1959)

Cachoeirense , dedicou-se à agricultura e pecuária. Foi presidente do Rotary Club, da Santa Casa e da Cooperativa de Laticínios. Fundou o Serviço de Assistência Médica Rural. Criou escolas, calçou ruas, abriu estradas e construiu escolas.

PREFEITO: Nello Vola Borelli


Nello Vola Borelli (1951- 1955 e 1966-1970)

Descendente de imigrantes italianos, nasceu em Cachoeiro de Itapemirim em 22 de janeiro de 1900. Foi comerciante no Guandu, e trabalhou no Banco Pelotense como caixa e posteriormente em Castelo como gerente. Foi tesoureiro da Santa Casa. Construiu escolas, estradas, com destaque para o Ginásio Municipal de Esportes, o Mercado da Pedra, a Ponte da Ilha da Luz, abrigos para ônibus, a Estação Rodoviária Gil Moreira, em parceria com a Viação Itapemirim, além de inúmeras praças e jardins.

PREFEITO: Dulcino Monteiro de Castro


Dulcino Monteiro de Castro (1948- 1951)

Nasceu em Campos, Estado do Rio de Janeiro, em 25 de outubro de 1911. Formou-se em medicina em 1934 , vindo trabalhar em Cachoeiro como psiquiatra do asilo “Deus , Cristo e Caridade”. Como médico deixou marcas de carinho, competência, honestidade, e filantropia entre o povo de Cachoeiro, cidade que adotou como sua terra. Foi presidente da Santa Casa por 10 anos, onde construiu o centro cirúrgico dessa instituição hospitalar, sem nenhuma remuneração. Trabalhou como médico na fábrica de cimento, na Estrada de Ferro Leopoldina, no Instituto dos Bancários, em todos os institutos do sul do estado. Melhorou as condições de higiene da população, construiu o campo de aviação, calçou ruas, fundou o Jardim de Infância de Cachoeiro , hoje CIAC, construiu casas populares, cooperativa agrícola. Foi o fundador do Rotary Club Cachoeiro, e por ocasião dos 60 anos da instituição, recebeu expressiva homenagem do Rotary Club Cachoeiro , com um monumento de mármore na Praça Rotary, na Av. Beira- Rio e a Comenda Newton Braga outorgada pelo Sr. Prefeito Municipal - Dr. Theodorico de Assis Ferraço. Deixou gravado no monumento em sua homenagem a frase abaixo transcrita: “Vivi em Cachoeiro os anos mais felizes de minha vida”. Dr. Dulcino que fez de Cachoeiro sua terra, e deixou marcas indeléveis de serviço em todos os cantos da cidade, vive atualmente no Rio de Janeiro/RJ.

REFEITO: Antenor Moreira Fraga


Antenor Moreira Fraga (abril a dezembro de 1947)

Cachoeirense, natural da Baixada de Soturno. Foi prefeito por nomeação, quando Governador do Estado, Fernando Monteiro Lidenberg. Muito realizou pelo disrtrito de Burarama.

PREFEITO: José Cupertino de Castro Filho


José Cupertino de Castro Filho (março de 1947)

Era fluminense e cursou seus primeiros anos da escola primária em Cachoeiro. Foi promotor público, juiz de direito, desembargador, e prefeito por apenas 10 dias. Faleceu em Vitória em 1965.

PREFEITO: José Furtunato Ribeiro


José Furtunato Ribeiro (1945 – 1947)

Era advogado, inspetor federal junto aos colégios Cristo Rei , ginásio de Muqui e Pedro Palácios. Construiu a ponte Arariguaba, decretou a Semana Inglesa para a cidade, calçou ruas, e idealizou a Avenida Lacerda de Aguiar. Como filólogo, era profundo conhecedor da língua tupi e do português. No governo de Francisco Lacerda de Aguiar, foi Secretário do Interior e Justiça. Foi membro do Rotary Club, onde participou ativamente de ações filantrópicas.

PREFEITO: Ary Siqueira Viana


Ary Siqueira Viana ( 1944 – 1945)

Nasceu em Cachoeiro de Itapemirim. Foi nomeado Prefeito da cidade pelo Governador Jones dos Santos Neves. Na sua gestão foi inaugurado o Hotel Toledo, onde hoje está localizado o Banco do Brasil. , construiu escolas e realizou o recenseamento de Cachoeiro, cuja população era de 20.000 habitantes. Reformou o prédio da Prefeitura, local da antiga residência do Barão do Itapemirim. Instalou em Cachoeiro a Biblioteca Pública Municipal.

PREFEITO: Ary Lima


Ary Lima ( janeiro a maio de 1937)

Nasceu em Cachoeiro em 18 de setembro de 1897.Seu primeiro emprego foi no jornal O Cachoeirano. Foi intendente da prefeitura e mais tarde prefeito. Organizou a limpeza urbana, colocou placas nas ruas, embora pessoa simples, muito fez por Cachoeiro, procurando embelezar a cidade.

PREFEITO: Gabriel Corte Imperial


Gabriel Corte Imperial ( 1935 – 1937)

Natural de Cachoeiro de Itapemirim, cedo começou a trabalhar no Banco do Espírito Santo como contínuo. Melhorou o serviço d’água , iniciou a construção da Ponte Governador Bley. Na área cultural viu o surgimento da Escola de Música, a Escola de Comércio, e o orfeão da Escola Normal “Muniz Freire”, sob a regência do Prof. Alfredo Herkenhoff. Foi Cachoeirense Ausente em 1968. Era pai do compositor e artista de rádio e TV Carlos Imperial.

PREFEITO: Brício de Moraes Mesquita


Brício de Moraes Mesquita (outubro de 1933 a dezembro de 1935)

Foi prefeito por nomeação do Interventor do Estado. Era médico , irmão de Dr. Rubem Mesquita, grande médico humanitário cachoeirense .Era clínico , cirurgião, obstetra e traumatologista. Foi presidente e um dos fundadores do Banco Cachoeiro Foi um dos fundadores do Rotary Club Cachoeiro e da Colônia de Férias de Marataízes, instituição filantrópica, para atender as crianças carentes das nossas escolas públicas. No seu governo deu-se a chegada a Cachoeiro do lider integralista , Plínio Salgado , causando grande tumulto na cidade e a morte de duas pessoas importantes de Cachoeiro. Faleceu no Rio de Janeiro em 1955

PREFEITO: José Ribeiro Martins


José Ribeiro Martins (março a outubro de 1933)

Exerceu o cargo de Prefeito de Cachoeiro , por nomeação do Interventor do Estado , por um curto período. Preocupou-se com a mendicância em Cachoeiro, criando para ajudar aos necessitados, uma caixa de esmolas, cuja arrecadação era distribuída aos sábados. Arborizou a cidade, criou horário para o comércio, saneamento do bairro Independência, e proibiu a passagem de tropas e boiadas no centro da cidade . Durante sua gestão foi inaugurado em Cachoeiro , o Banco do Brasil . Ocupou vários cargos de destaque , tendo sido Prefeito de Vitória , por nomeação.

PREFEITO: Fernando de Abreu


Fernando de Abreu (1930 – 1933 e 1937 – 1944)

Era farmacêutico, e recém formado chegou a Cachoeiro aqui instalando uma pequena farmácia. Em 1930 após a revolução e adepto da Aliança Liberal, foi nomeado prefeito. Destacamos o nosso oitavo prefeito , como grande educador e foi ele o primeiro diretor do Liceu “Muniz Freire”. Criou além do Liceu , os grupos escolares “Graça Guárdia”e “Quintiliano Azevedo”. No seu governo foi construída uma moderna estação de tratamento d’água e reformado o matadouro municipal. Destacamos também a construção da ponte Governador João Punaro Bley , que ligava o Aquidaban à rua Pedro Dias; calçou diversas ruas no Guandu, e construiu inúmeras estradas de rodagem.
Em sua homenagem, a câmara colocou um busto de bronze na Praça Jerônimo Monteiro, onde se lê a frase de sua autoria :“Não me servi dos homens , da dignidade dos mandatos políticos ou administrativos, para semear a discórdia ou exercer a vingança.”

PREFEITO: Francisco Alves Athayde


Francisco Alves Athayde (1927 – 1929 e 1929 – 1930)

Sétimo prefeito de Cachoeiro , de tradicional família cachoeirense, exercendo o cargo por dois mandatos . Foi tabelião em Guarapari , escrivão e Oficial do Registro de Imóveis em Cachoeiro, coronel, político e grande orador , vindo a ser Vice- Governador do Estado e ocupou o cargo de Governador. Calçou a rua Moreira, construiu a estrada Cachoeiro- Castelo , criou vários distritos Na sua gestão começaram a funcionar em Cachoeiro as fábricas de cal, manilhas, ladrilhos, fábrica de cimento, cerâmica São Bento e iniciou o calçamento de Castelo . Chefe de conceituada família cachoeirense , constituída de oitos filhos- três filhas – Herta ( grande professora de francês ) Dail ( excelente professora do Liceu)e Olga . Cinco filhos – José, João, Targino , Carlos e Hélio. Na sua gestão foi inaugurado o Colégio Salesiano em Jaciguá.

PREFEITO: Augusto Seabra Muniz


Augusto Seabra Muniz (1924 – 1926)

Engenheiro Civil, casado com a filha de Bernardino Monteiro.Destacamos no seu governo, a instalação de bondes elétricos em Cachoeiro, fato que aconteceu em 02 de agosto de 1925. Calçou ruas, construiu estradas.

PREFEITO: Augusto Emílio Estelita Lins


Augusto Emílio Estelita Lins (1922 – 1924)

Era natural de Recife, advogado, jornalista, poeta, grande orador e ocupou a presidência da Academia Espírito-Santense de Letras.
Destacamos dentre muitas de suas realizações, a fundação do Primeiro Ginásio de Cachoeiro – Pedro Palácios, cuja direção ficou a cargo do Prof. Aristeu Portugal Neves; ampliou a rede telefônica, embora precária.Na sua gestão foi inaugurado o Banco Pelotense, e reconstruído o matadouro municipal.

PREFEITO: Luiz Fernando Monteiro Lindenberg


Luiz Fernando Monteiro Lindenberg (1920 – 1922)

Era médico, e com muito sacrifício concluiu seus estudos ,vindo a casar –se com a enfermeira Jane com quem teve duas filhas. Destacamos no seu governo a construção do Mercado Municipal , cujo projeto foi de autoria do engenheiro Mário Campello, inaugurado em 22 de fevereiro de 1922. Construiu escolas, calçou ruas e cuidou da educação.

PREFEITO: Luiz Tinoco da Fonseca


Luiz Tinoco da Fonseca (1918 – 1920)

Médico humanitário, fez da medicina um sacerdócio, quando quase nada havia na cidade para a classe pobre na área da saúde; cuidou do abastecimento d’água, luz elétrica, rede de esgoto, construiu estradas e escolas . Como homenagem ao homem público que muito fez por Cachoeiro , seu nome foi colocado como memorial na Praça da Estação, localizada no Guandu, praça arborizada, com bancos e flores, hoje um posto de gasolina , explorado por empresa particular.